Avançar para o conteúdo principal

Game Over

Acordas com o sol a bater-te na cara, pronta para enfrentar mais um dia repleto de aventuras e obstáculos.
Levantas-te, mesmo sem quereres, porque tens lá fora um mundo à tua espera, que esconde aquilo que mais queremos ver, mas que nos mostra aquilo que mais queremos evitar.

A vida não te corre bem, e tu sabes disso.
Quanto mais tentas fugir, mais a vida te fode.
Quanto mais tentas sobreviver, mais as pessoas te tentam derrubar e deitar abaixo.
A tua vida mais parece um jogo, em que por muito que te esforces para passar de nível, acabas sempre em "Game Over".

Mas acredita que nada acontece por acaso.

Se a vida não te corre bem, muda!
Se não consegues lutar pelas coisas boas da vida, tens de te preparar:
Treina até te faltarem as forças, descansa, e volta a treinar!
Para quando lutares pelas coisas boas, estejas preparado para vencer o combate.



Porque tu, mais que tudo, sabes que a coisas não nos caem do céu!
Porque tu, mais que tudo, sabes que não vale a pena fugir!

Temos de aprender a enfrentas as coisas, enfrentar quem gosta de nos deitar abaixo.
Porque essas pessoas acabam sempre por nunca serem superiores a nós.
Apenas se refugiam na tristeza dos outros aumentando esse lado negro que existe dentro de nós.

Mas onde é que eles se irão refugiar se a nossa tristeza desaparecer?
Por isso tens te acabar com a tua tristeza, tens de ser feliz!

Aproveita a vida ao máximo, sem deixar que ninguém te derrube!
Porque os anos passam, e sei que a tristeza vai dar lugar à felicidade, as coisas boas vão estar do teu lado, e acima de tudo, com a consciência de que fizeste o melhor pela tua vida e pelo teu futuro!

Por acima de tudo não podes deixar que a tua vida se torne num "Game Over"!




Comentários

  1. se gostas mesmo de escrever textos, tens que melhorar na conexão das palavras, na ligaçao das tuas ideis.. Estruturalmente deixa muito a desejar.. boa sorte com isso ;)

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Verdade ou Ficção? Eis a questão !!

Olá a todos :) Tudo bem? Decidi escrever este texto de forma a esclarecer umas dúvidas que já por várias vezes surgiram e que podem deixar alguém em dúvida sobre as origens dos meus textos! Antes demais começo por dizer que TODOS OS MEUS TEXTOS SÃO ORIGINAIS! Aqueles que não o são, estão mencionados com o nome do autor que os criou. De resto, tudo nasce por inspiração e totalmente exclusivos da minha autoria. Mas o motivo principal que me levou a escrever este texto é por causa de duvidarem se os textos contém factos verdadeiros ou se são apenas fruto da minha imaginação! Então para (tentar) desvendar esses mistérios, digo o seguinte: Como todos devem saber, costuma dizer que o escritor escreve o que lhe vai na alma. E comigo é igual! Mediante o que costuma acontecer no meu dia a dia, é que vou escrevendo os meus textos. Por isso não escondo de que alguns deles podem conter verdades, ou seja, são baseados em factos verídicos. Assim como também escre...

A Alma e o Dom

Deitado. Na escuridão. A pensar na vida e na solidão. Solidão deste mundo sombrio, ingénuo. Incapaz de elevar uma alma até à mais pura decência, fazendo com que assim então essa alma seja renovada e assim ajudada. Quando escrevemos sobre nós, sobre algo, sobre alguém, e depois dizemos que não é nada de especial. Isso é mentira. Seja ou não verdade, escrever sobre nós é sempre especial e surpreso, pois nunca sabemos o quão profundo é esse simples conto ao qual chamamos de vida. Vida feliz ou não, depende o que sente o teu coração! Eu? Poético? Não. Apenas sou inspirado pelas palavras. Palavras doces ou amargas que me vão devorando por dentro, pouco a pouco, até não restar mais do que senão a minha alma. Alma essa que, com o tempo, ficará para sempre na memória de todos aqueles que não se esquecem de mim. Aplicar o meu dom para quê? Para com o passar do tempo ser tudo muito bonito e depois ser esquecido na solidão? Solidão essa que se tornará cada vez mais forte e poderosa deixando o...

Escrevo, apago, volto a escrever...

Escrevo, apago, volto a escrever, e volto a apagar. Os pensamentos invadem a memória, a memória atraiçoa e faz com que as palavras não saiam, seja pela boca, ou pela escrita. Existe tanto que eu te quero dizer, mas ao mesmo tempo tanto quero guardar para mim. Não porque não deva dizer, mas porque é a forma mais fácil de fugir ao sofrimento. Fraco? Talvez. Mas prefiro ser fraco, do que olhar nos teus olhos, e possivelmente magoar-te com a dor das minhas palavras. A verdade dói, mas nem sempre justifica os atos, principalmente quando sabes que tudo isto foi gerado por ti. Por isso mesmo, e apesar de tudo, não vale a pena. Fraco por me ter deixado levar? Sim. Mas a vida também é feita de momentos, e disso não me arrependo. Apenas me arrependo, e assim errei, ao acreditar que tudo podia ser diferente, uma vez mais. Errei ao não ser forte o suficiente para te conseguir dizer não, e assim seguir com a minha vida, tal como seguia antes de te conhecer. Só sei que aquilo que escrevo, que apago,...